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Como estimular a criatividade para inovar em tempos de isolamento social? Diante do contexto, inovar e adaptar-se às mudanças é uma condição essencial para evoluir e é aqui que a criatividade entra em jogo. Entretanto, a maioria das pessoas insiste em dizer que não é criativa, que este é um dom que apenas alguns nascem com a sorte de ter.
 
Para desmistificar essa ideia, trazemos uma boa notícia: o processo criativo acontece sempre que o repertório de alguém ou de um grupo encontra e reage a estímulos externos. E estimular a criatividade em grupo é sempre mais rico e produtivo. No âmbito organizacional, isso pode acontecer, por exemplo, quando vários colaboradores, em diferentes setores, se juntam para chegar à solução de um problema.
 
Por aqui, usamos o creative challenge, um encontro focado para que um grupo de pessoas trabalhe em soluções a partir de um desafio e evolua criativamente as ideias. Apresentamos o problema, abrimos com soluções e fechamos nas ideias com maior potencial.
 
Desse modo, tudo acontece em tempo real, e pode ser realizado à distância em uma call ou por mensagens on-line. A troca de ideias e a interação faz com que os envolvidos entendam o que funciona ou não, entrando em contato com a abordagem dos demais e diferentes pontos de raciocínio. Nesse processo, nos confrontamos com diferentes jeitos de pensar, minimizamos a insegurança, interagimos e alinhamos as ideias. Pensamentos originais são expostos e, tudo o que não for aproveitado imediatamente, pode ser melhorado. Escutamos todas as sugestões e ideias que surgem, trocando o “não faz sentido…” por “e se…”. Quanto mais questionamento, maior a troca de conhecimento.
 
Para o creative challenge cumprir o seu objetivo com mais foco, é fundamental ter um ponto de partida com referências, benchmarks e clareza sobre o desafio. A partir disso, traçamos algumas hipóteses de como enfrentá-lo para dar start no processo. A limitação de tempo também ajuda, nos coloca mais dispostos e concentrados. Assim, ficamos abertos às ideias propostas sem desvirtuar o foco principal.
 
Individualmente, para estimular a criatividade, vale muito a pena identificar como funciona o seu próprio processo, com papel e caneta, desenhando, escrevendo, com post-its, ou até mesmo depois de um cafezinho. Não existe método correto, mas sim, abordagens que vão funcionar de forma diferente em diferentes contextos. O ponto é que todos somos potencialmente criativos. Mas ser criativo é mais um hábito do que um dom e, muitas vezes, vale criar exercícios para que a criatividade seja estimulada em grupo.
 
Como premissa, entendemos que inovação não depende necessariamente de altos investimentos, nem recursos tecnológicos avançados. Muitas vezes, uma boa dose de criatividade acaba sendo o ingrediente principal para resolvermos desafios cujas soluções estavam fora do nosso radar. O creative challenge é uma das formas que encontramos para contribuir com a jornada criativa do nosso time e dos nossos clientes. E, de forma mais ampla, quanto mais crescemos o nosso repertório de “táticas de sobrevivência” para lidar com o contexto atual, mais encontramos oportunidades e aprendizados que nos fazem ir além como humanidade.

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